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Estudante se acorrenta para protestar contra assédio moral sofrido na UFMA

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Jamile Mondego se diz vítima por ter ajudado cinco mulheres, do mesmo curso, que teriam sido vítimas de assédio sexual. Estudante se acorrenta para protestar contra assédio moral sofrido na...


Jamile Mondego se diz vítima por ter ajudado cinco mulheres, do mesmo curso, que teriam sido vítimas de assédio sexual. Estudante se acorrenta para protestar contra assédio moral sofrido na UFMA
Para protestar contra o assédio moral que estaria sendo vítima, uma estudante resolveu se acorrentar dentro da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís.
Jamile Mondego é estudante do curso de Licenciatura Interdisciplinar em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros e está acorrentada no Centro Pedagógico Paulo Freire.
Segundo a estudante, ela está sendo vítima de assédio moral por ter ajudado cinco mulheres do mesmo curso, que teriam sido vítimas de assédio sexual. O suspeito é um professor que foi afastado depois das denúncias, em 2019.
Jamile se acorrentou em protesto contra assédio moral e sexual na UFMA
Reprodução/TV Mirante
Após o caso, já em 2022, Jamile afirma que está sofrendo retaliações dentro do curso desde abril deste ano, o que também coincide com uma possível volta do antigo professor que foi alvo das denúncias.
"Eu passei durante dois anos, junto com elas [as vítimas de assédio sexual], acompanhando elas, para elas provarem essa situação. Nós conseguimos, em um mês, afastar ele. Ele foi condenado no civil, teve que prestar serviços comunitários, infelizmente as penas contra assédio no Brasil não são suficientes para essas pessoas pararem com o que fazem. O processo administrativo gerou apenas 45 dias de contenção do salário e ele se achou no direito de voltar para cá. Então a gente precisa parar de criminalizar a mulher que luta contra isso. A gente tem que parar de chamar a mulher de louca porque a gente denuncia", declarou a estudante.
Jamile diz que está sofrendo de assédio moral dentro do curso, na UFMA, após ter ajudado colegas a denunciar um caso de assédio sexual
Reprodução/TV Mirante
O g1 entrou em contato com a Universidade Federal do Maranhão para falar sobre o assunto, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

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