Mãe de criança com autismo cobra auxiliar pedagógico para a filha em escola do município

A mãe de uma criança com autismo, que prefere não ser identificada, denuncia que desde o início do ano letivo, 10 de março, aguarda por uma cuidadora para a filha em sala de aula. O laudo médico que solicita a presença de um auxiliar pedagógico individual já foi apresentado à Escola Pequeno Príncipe que encaminhou o pedido à Secretaria Municipal de Educação, mas a única resposta que foi dada à diretora da escola é que em breve uma pessoa iria se apresentar para a vaga.

“Solicito seguimento com terapias complementares de forma precoce, regular e contínua como parte integrante de seu tratamento com neuropsicologia, fonoaudiologia e terapia ocupacional com ênfase em integração sensorial. Além de presença de um auxiliar pedagógico de forma contínua na sala de aula e a formulação de um Plano Educacional Individualizado (PEI)”, diz o laudo assinado por neurologista infantil.

Já se passaram dois meses e a mãe da criança continua reivindicando pelo direito da filha com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de ter acesso à educação com acompanhamento especializado em sala de aula.

Desde 2012, com a lei número 12.764 que estabelece a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), os autistas têm o direito de ter um acompanhante especializado nas salas de aulas.

A nossa equipe de reportagem pediu nota à Semed, mas ainda não obteve uma resposta.