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Maranhão já registra mais de 3.500 focos de incêndio em 2022

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No Maranhão, as queimadas aumentaram 10% no mês de julho, em comparação com mesmo período de 2021; Maranhão é o 3° estado do Brasil com maior número de focos de...


No Maranhão, as queimadas aumentaram 10% no mês de julho, em comparação com mesmo período de 2021; Maranhão é o 3° estado do Brasil com maior número de focos de incêndio, de acordo com o Inpe. Maranhão já registra mais de 3.500 focos de incêndio em 2022
Aumenta a preocupação com as queimadas em grande parte do território maranhense. Com o tempo seco, a ocorrência de focos de incêndio aumentou nos últimos meses. Só este ano, o estado já registra mais de 3.500 focos de incêndio.
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No Maranhão, as queimadas aumentaram 10% no mês de julho, em comparação com mesmo período de 2021. São labaredas de até quatro metros de altura que se formam por causa do avanço do fogo no capim seco. Influenciadas pelo vento, que invade o cerrado nesta época do ano.
O Maranhão é o 3° estado do Brasil com maior número de focos de incêndio, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em 2022 já foram registrados mais de 3.500 focos. Só nas últimas 48 horas, foram 189 focos registrados no estado.
Entre as cidades maranhenses, o município de Fernando Falcão foi o que mais registrou queimadas em 2022, com 380 focos. Em seguida vem Mirador, Grajaú, Caxias e Balsas.
Maranhão já registra mais de 3.500 focos de incêndio em 2022
Reprodução/TV Mirante
No Sul do Estado, as queimadas causam prejuízos para o agronegócio. Por isso, o agricultor Idone Grolli decidiu se antecipar. "A gente faz uma faixa de uns 10 a 15 metros e gradeia a terra para que você elimine a matéria orgânica, a palhada que está na superfície. Porque se tiver um acidente desses não deve ter um incêndio forte. Qualquer fumaça a gente é uma brigada no incêndio imediatamente vem e socorre e aí você tem a roça protegida"
O período mais crítico de queimadas ocorre entre os meses de junho e setembro quando o calor aumenta e a umidade relativa do ar cai. Por isso, além dos riscos para as áreas de vegetação, a preocupação também é com áreas urbanas.
De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros, Marlon Cruz, neste início de verão, a média de chamadas de incêndio é de duas a três. "Nesse primeiro momento agora do verão nós começamos a receber uma cerca de duas a três chamadas para incêndio florestal por dia, mas geralmente são localizados mais em terrenos baldios aqui dentro da cidade mesmo".
Para os especialistas, as queimadas causam inúmeros transtornos não só a natureza, mas a saúde da população também.

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