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Procuradoria-Geral de Justiça pede afastamento e prisão do prefeito Assis Ramos

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A Procuradoria-Geral de Justiça do Maranhão (PGJ) está pedindo, em processo que tramita no Tribunal de Justiça do Maranhão, o afastamento e a prisão do atual prefeito de Imperatriz, Assis...

A Procuradoria-Geral de Justiça do Maranhão (PGJ) está pedindo, em processo que tramita no Tribunal de Justiça do Maranhão, o afastamento e a prisão do atual prefeito de Imperatriz, Assis Ramos. O caso é um desdobramento da Operação Impacto, deflagrada pela Polícia Civil, em março deste ano, em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO).

As investigações apontaram para indícios de fraude em um contrato multimilionário na área de limpeza urbana da Prefeitura de Imperatriz. Segundo o MP, um grupo criminoso teria atuado para favorecer a empresa Sellix Ambiental, a vencer uma licitação destinada a contratação de empresa especializada em limpeza pública urbana pelo prazo de doze meses.

O processo efetivamente resultou na contratação, em maio de 2018, da empresa investigada, pelo valor de R$ 25.968.018,96. O valor foi elevado ao total de R$ 58.183.579,48 depois de dois aditivos que estenderam o contrato até março de 2021.

Na primeira fase da operação, o secretário de infraestrutura do município foi afastado do cargo e o ex-superintendente de limpeza pública, Alan Jhones, foi preso.

A equipe do Imperatriz Online entrou em contato com a assessoria de comunicação do Ministério Público pedindo um posicionamento a respeito das acusações que o prefeito faz contra o procurador Geral de Justiça, Eduardo Nicolau.

Por: Lucas Aquino

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