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Secretaria de Saúde investiga caso suspeito da varíola dos macacos em São Luís

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Caso suspeito é de um homem de 42 anos que deu entrada no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 2); Até o momento, o Maranhão não possui nenhum caso confirmado da...


Caso suspeito é de um homem de 42 anos que deu entrada no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 2); Até o momento, o Maranhão não possui nenhum caso confirmado da doença. Caso suspeito da varíola dos macacos em São Luís foi informado por meio de uma rede social do prefeito Eduardo Braide
Divulgação/Redes Sociais
A Secretaria Municipal de São Luís, está investigando um caso suspeito da varíola dos macacos (Monkeypox). Até o momento, o Maranhão não possui nenhum caso confirmado da doença.
A notícia do caso suspeito foi confirmada na noite dessa sexta-feira (5), por meio de uma rede social do prefeito da capital, Eduardo Braide. De acordo com a postagem, um homem de 42 anos deu entrada no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão 2) com suspeita da varíola dos macacos.
Ainda de acordo com a postagem do prefeito Eduardo Braide, o paciente se encontra isolado, estável e será transferido para outra unidade de saúde, onde vai aguardar o resultado dos exames.
Sintomas e transmissão
Cientistas dizem que não estamos diante de um problema global da dimensão da Covid-19, porque a varíola dos macacos é mais conhecida dos cientistas e não se espalha tão facilmente
Getty Images
Os sintomas iniciais da varíola dos macacos costumam ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão.
Veja lista de sintomas e como se proteger
Veja formas de transmissão
"Depois do período de incubação [tempo entre a infecção e o início dos sintomas], o indivíduo começa com uma manifestação inespecífica, com sintomas que observamos em outras viroses: febre, mal-estar, cansaço, perda de apetite, prostração", explica Giliane Trindade, virologista e pesquisadora do Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

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